Quero extrapolar o expectável, desafiar os limites do corpo e preencher todos os vazios que me assolam a alma.
Quero o irracional e extraordinário.
Quero que doa, como punição desta inquietação que me desassossega e me obriga a seguir pelo caminho das minhas vontades.
Assim me confesso, esfomeada, devoradora e insaciável.
Se é para me entregar, entrego-me toda. É como sei ser.






