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quarta-feira, 6 de maio de 2015

ST(A)oRy..... 4 - A Primeira Vez

Estávamos nas férias de Verão e a minha amiga F estava a passar uns dias comigo sob o pretexto das festas que aconteciam naquela altura na minha terra, quando na verdade o motivo era estar perto do namorado, que era meu amigo, e ela vivia longe.
Nessa tarde ele tinha vindo com um amigo, o R, e fomos para minha casa, os dois casais. A ideia era eu curtir com o amigo, que até era giro, e eu alinhei, embora não fosse comum eu entrar neste tipo de cenas. Gostava de ser eu a fazer as minhas escolhas. Mas era comum, nessa altura, haver curtes de um dia arranjadas por encomenda de amigos….
Nunca fui de complicar, procurava fazer o que me apetecia sempre que podia, tal como faço até hoje.
A minha casa estava vazia, como era habitual, com os meus pais a trabalhar e a minha irmã mais nova na ama e cada um dos casais ocupou um quarto.
O R era mais velho que eu e muito mais sabido do que os rapazes da minha idade com quem eu me tinha anteriormente relacionado. Tinha acabado de sair do 6º ano e na minha escola, preparatória, não havia rapazes mais velhos.
Lembro-me de como naquele dia os beijos me sabiam tão melhor e de pensar que afinal beijar talvez não fosse tão mau assim… 
Era verão, estava calor e o ambiente cada vez se tornava mais quente, de modo que as camisolas começaram a ser um estorvo e rapidamente nos desembaraçámos delas.

Foi a primeira vez que me beijaram as mamas. Continuavam a crescer de forma assimétrica (e infelizmente, nunca chegaram a crescer muito) mas estavam no auge da sensibilidade.
Ele sabia como fazê-lo! Primeiro rodou a língua em volta do meu grande mamilo, o que só por si bastou para que eu me começasse logo a contorcer. Depois agarrou-me as mamas pela base, junto ao peito, apertando-as um pouco, como se as espremesse, enquanto chupava alternadamente um e outro mamilo. Os reflexos foram imediatos! Uma descarga elétrica percorreu-me o corpo em direção ao ventre e quando ele começou a dar pequenas trincas nos meus mamilos eriçados de tão excitados, senti as cuecas a ficarem molhadas, a vulva em espasmos, o clit aos saltos…e todas as minhas renitências em desabotoar as calças se dissiparam. Eu queria ser tocada! Inequivocamente o caminho era para ali…todo o meu corpo me indicava isso!
Ele tirou-me as calças e baixou os calções de ganga que trazia vestidos. Ficámos com as cuecas, eu deitada com ele por cima de mim. De pernas abertas, sentia-o duro como pedra a roçar-se em mim e a pressionar-me os lábios e o clit…a sensação era familiar só que elevada a um expoente máximo! O caminho era óbvio e irreversível.
Ele lambia-me as orelhas e o pescoço enquanto se roçava e eu…estava apenas entregue a sentir!
Ele sentiu-me rendida. Sem nunca parar de me beijar (acredito que com receio que eu me arrependesse e quisesse travar os acontecimentos) tirou-me apenas uma perna das cuecas, baixou as suas e entrou em mim sem grande dificuldade logo na segunda investida. Eu estava totalmente entregue!
Senti alguma dor, mas não me queixei (é bom um pouco de dor….eu gosto!) eu gemia alto como ainda hoje faço, e foi a vez dele perder também o controlo. Bombeou-me com força umas dez ou doze vezes, não mais que isso, e terminou. 

Não houve caricias pós coito, nem sequer um beijo. Ele puxou os calções para cima e deparou-se com a mancha de sangue que desmascarava a minha virgindade. Eu ainda não tinha regressado à terra quando o ouvi dizer: 
- Foda-se és virgem, e não me disseste nada!
Não havia nada a dizer...agora já não era.
Ele foi-se embora logo de seguida, zangado. Não tinha sido uma boa queca, ele até tinha razão, eu é que não percebia isso por falta de termo de comparação.
Tentei sem sucesso voltar a falar com ele nos dias que se seguiram, mas nunca tive qualquer retorno apesar dos recados que deixava a quem me atendia o telefone de casa dele.
Não insisti...nunca fui de compreensão lenta. E nunca mais nos cruzámos na vida.

Aprendi assim, desde o início, que uma foda pode não passar simplesmente disso...uma foda!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

ST(A)oRy.....3 - Excitação e Menstruação

Transformei-me numa bonita adolescente, magra, alta com os meus longos cabelos castanhos e a pele sedosa, poupada pelo temeroso acne juvenil. 
Menstruei pouco depois de fazer  12 anos. Não me assustei quando chegou o sangue, a minha mãe tinha-me falado muitas vezes nisso e eu estava preparada. Ainda assim, não partilhei esse momento com ninguém, nem com a minha mãe nem com nenhuma das minhas amigas. Resolvi sozinha… e resolvi bem.

Ao contrário do que normalmente vejo em meu redor, eu nunca senti essa necessidade de contar a outros as coisas da minha vida. Sempre fui assim…talvez apenas até hoje…. E talvez seja esse o motivo porque me apetece estar aqui agora a escrever isto tudo. Por mim e para mim! Enfim…adiante.

Tinha as hormonas aos saltos e um fogo que me queimava por dentro. Até àquela altura não estabelecia ligação entre os beijos desajeitados que dava com os meus namorados do preparatório e o prazer que continuei sempre a sentir com a minha técnica de masturbação que explorava há tantos anos. Foi apenas nessa altura que eu associei que aquela sensação que me percorria o corpo quando pensava no rapaz que gostava se assemelhava, de alguma forma, à sensação que me impelia a pressionar uma perna contra a outra e iniciar aquele prazeroso processo solitário.
Era a Excitação, mas isso eu ainda não sabia.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

ST(A)oRy.....2 - Beijos de Língua

Cresci rápido. Aos 10 anos começaram a surgir-me uns atrevidos pelos púbicos pretos, lisos como o meu cabelo, e um dos meus mamilos começou a crescer. 
No Verão dos meus 11 anos tinha de um lado uma maminha ainda lisa, de criança, e do outro o meu grande mamilo escuro a elevar-se do peito, cheio como um botão de rosa a desabrochar. Foram poucas as alturas da minha vida em que me senti tão pouco à vontade com o meu corpo…sentia-me disforme, ridícula se punha a parte de cima do biquíni apenas com uma mama para tapar e desprotegida ao mostrar nú, o meu solitário mamilo em protuberância. Foi o único verão da minha vida em que usei fato de banho.

 Durante os dois anos do ensino preparatório integrei-me com facilidade na comunidade escolar, tinha um alargado ciclo de amigos e rapidamente assumi um papel de topo, natural para a minha marcada personalidade de liderança. Nunca precisei de bengalas…de andar atracada a melhores amigas e sempre me dei melhor com os rapazes. Circulava entre os diferentes grupos e alinhava nos desafios mais ousados de cada um deles, que nessa altura tinham o seu auge quando fugíamos da escola por baixo do muro para fumar cigarros de mentol escondidos nas obras das casas em construção, ou para dar mergulhos em cuecas nas lagoas das pedreiras que existiam mais ou menos perto da escola e deixarmo-nos secar ao sol nús, estendidos nos montes de areia.
Sucumbi nas naturais paixonetas assolapadas características dessa idade, mas já nessa altura não era miúda de mudar de ideias e nunca tive namorados de um ou dois dias como as outras miúdas da minha escola.

O meu primeiro beijo de língua foi com o N-Língua Mole. Estava nervosa e não sabia bem o que fazer. Colámos os lábios, demos uns chochos e abrimos a boca. Ele tinha uma língua pequena, gorda e mole e começou literalmente a lamber-me a boca, tal como se lambe um gelado, enquanto eu tentava, sem sucesso, acompanhar-lhe os movimentos com a minha língua. Passámos algumas semanas naquilo apesar da descoordenação se manter. Quando acabava eu ficava com a cara, à volta da boca, toda lambuzada, cheia de cuspo….achava aquilo horrível! Nunca dei parte de fraca, porque um beijo de língua na minha escola, naquela altura, era um espetáculo assistido pelos colegas eufóricos, que muitas vezes cronometravam o tempo que aguentávamos a “tortura”, mas a verdade é que nunca consegui compreender como é que aquele lambuzanso poderia vir a ser bom (de notar que no 5º ano “algumas semanas” é um tempo imenso!!!).

O meu segundo namorado foi o P-Língua de Turbina. Ao contrário do anterior, tinha uma língua pontiaguda e dura que rodava incessantemente desde que abríamos a boca. Ao contrário dos beijos que tinha experimentado anteriormente: melosos, languidos e labuzados, estes eram beijos desenvoltos e enérgicos. Para mim era uma aflição tentar acompanhar aquele ritmo giratório marcado pela língua que me enchia a boca e muitas vezes pensei que ia ficar com uma distensão muscular na língua. No entanto acho que devo agradecer-lhe pois acredito o exercício intenso daquela altura deve ter contribuído para a agilidade que hoje tenho na língua, capaz de proporcionar sensações que tantas vezes me catalogaram de maravilhosas.


Uma primeira vez é uma coisa importante porque criamos um rótulo para determinada coisa, com base nessa primeira experiência para a qual fomos de mente aberta. Depois é sempre difícil de alterar a opinião criada.
Deve ser por isso que eu, ainda hoje, acho os beijos de língua algo desinteressantes….

quarta-feira, 15 de abril de 2015

ST(A)oRy.....1 - O Início

Não sei se foi uma descoberta por mera casualidade ou se era já a minha essência a manifestar-se...O que é certo é que muito cedo descobri que ao pressionar as pernas uma contra a outra, os lábios da minha rechonchuda vagina exerciam uma prazerosa pressão no clitóris.
Sentada, balanceava as pernas e com as mãos empurrava-as uma contra a outra. Gradualmente aumentava o ritmo e a pressão à medida que aquela "impressãozinha" me ia subindo pelo ventre e inundando o corpo. Gostava daquela sensação de prazer crescente!
Evoluía no processo cada vez mais envolta no prazer e abstraída da realidade em redor....a face ruborizava, a pele enchia-se de pequenas gotículas de suor e o meu ritmo cardíaco acelerava até ao ponto sem retorno. Já nada me parava até que sentir aquela explosão...um espasmo no corpo seguido de um descomprimir dos músculos e um suspiro de gozo. Era bom!
Instintivamente achava que havia algo de errado naquele ato, fazia-o nos meus momentos solitários (às vezes intercetados) porque ainda não andava na escola quando a minha mãe me levou ao médico preocupada com os estados de "transe" em que de vez em quando me encontrava e que eu, quando questionada, inocentemente apelidava de "impressãozinha no pipi".
Não ouvi o diagnóstico médico mas recordo perfeitamente que quando chegámos a casa a minha mãe me explicou que eu estava "a fazer amor sozinha" e que embora não fosse nada de mal, não deveria fazê-lo. Foi a forma que ela encontrou para me explicar que eu me masturbava.
Naquela altura o meu conhecimento de sexualidade era meramente reprodutivo, sabia que fazer amor era por a pilinha dentro do pipi para fazer filhos, mas não conseguia associar o prazer a esse ato e não compreendia como é que a minha impressãozinha no pipi, que eu fazia sem a presença de qualquer pilinha,  podia estar relacionada com fazer amor.
Continuei sempre a fazê-lo (na verdade ainda hoje me masturbo desta forma...entre outras, claro)! Procurava ainda mais não ser descoberta e confesso que esse risco, que ficou deste aí incutido ao ato, ainda me excitava mais.
Mais tarde nas conversas de mãe e filha, várias vezes ela me referiu que essa minha descoberta precoce seria um indício que eu provavelmente iria iniciar a minha vida sexual cedo....e não se enganou!
Até lá, até ter iniciado verdadeiramente a minha vida sexual, fui explorando esse prazer que descobri à procura de mais e melhor. Lembro-me de levar para a cama brinquedos (verdadeiros brinquedos, tipo pin y pons e afins...a descoberta dos brinquedos sexuais foi muitoooo depois) e coloca-los entre as pernas cruzadas à procura experimentar diferentes sensações.
A minha primeira penetração foi muito mais tarde e com um pénis, não por pudor de experimentar penetrar-me com algum objeto, acho que apenas nunca me ocorreu pois era da pressão no clit que advinha o meu prazer.
Nunca partilhei estas experiências com ninguém, menino ou menina. Nunca "brinquei aos médicos" com os meus amigos nem tive curiosidade de explorar o corpo de nenhum menino, apesar de ser uma criança com uma vida social completamente normal, brincava na rua, saltava ao elástico e jogava ao mata como todas as crianças da minha idade. O meu corpo e o meu prazer, era uma coisa só minha e eu sentia-me bem com isso!

Foi assim que tudo começou....descobri o prazer do orgasmo pela masturbação, antes de saber ler e escrever.
And you, how did you find the pleasure of an orgasm?